domingo, 10 de outubro de 2010

Das tardes de brincadeira

Estou em estado de choque! O D. já anda melhor de skate do que eu... Mas o record dos patins em linha continua a ser meu.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

O filme da minha vida

Amei. E saí do cinema com um nó na garganta e a cabeça a mil à hora. É curioso como há coisas que têm a capacidade de nos fazer pensar. Desta vez consegui não chorar... mas só porque estava acompanhada senão tinha sido um dilúvio.

(Obrigada, gostei muito)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

Ainda sobre o mau tempo

By the way, o tempo chuvoso é o maior inimigo da carteira de uma mulher. É que na impossibilidade de passar a tarde na praia, passei a tarde... a fazer compras. Digamos que, apesar de me contorcer com dores enquanto experimentava umas pecinhas lindas e maravilhosas, depois de as ter dentro de um saco, a caminho de casa, valeu a pena ;)

Do mau tempo ao ginásio

Parece que acabaram mesmo os longos dias de praias. O bom tempo está a fugir-nos por entre os dedos e com ele acabam-se também as corridas ao ar livre. Sendo assim, recomeça a época de ginásio. Ontem, depois de muitos meses sem pôr um pézinho no ginásio, levei uma coça daquelas à moda antiga. Saí direitinha para o sofá, a sentir músculos que nem sabia que existiam. As dores começaram a acentuar-se e para me mudar para a cama foi um caso digno de ser filmado. Hoje, quando acordei, parecia que tinha sido atropelada por um camião! Estou mesmo a ficar velha. Amanhã prevê-se que o caso esteja ainda pior... Se virem por aí alguém a arrastar-se, sou eu.

sábado, 2 de outubro de 2010

domingo, 26 de setembro de 2010

Os meus pensamentos nas palavras dos outros #1

Podemos preencher os espaços à nossa volta com memórias, preencher conversas, preencher as nossas vidas, de modo a que o vazio que ficou no nosso coração passe despercebido aos nossos olhos... Porque no fundo trata-se sempre disso, que uns fazem melhor e outros fazem pior. Tentamos preencher desesperadamente o vazio que fica no nosso coração, sempre que saímos derrotados de mais um caminho na nossa vida. Ou sempre que tomámos uma decisão errada. Ou sempre que nos sentimos sós. Ou sempre que desejamos muito ser felizes e essa felicidade parece demorar tanto. Tentamos encontrar a beleza em coisas simples, nos nossos dias invariavelmente simples, para não nos lembrarmos sempre do vazio. Tentamos a todo o custo preenchê-lo, com conversas, passeios, livros ou pequenos momentos, para logo a seguir estarmos novamente a senti-lo. Ao vazio. E o difícil não é senti-lo. O difícil é sermos capazes, dia após dia, de o manter adormecido, distante, longe de nós, inventando mil e uma coisas que nos ocupem o pensamento, porque dói-nos o coração, é verdade, mas dói mais quando começamos a senti-lo aproximar-se. O vazio. E no fundo, no fundo, os dias mais bonitos da nossa vida, acabam por ser aqueles em que aprendemos a viver assim, a manter o vazio à distância, e até, como que por magia, começamos a sentirmo-nos menos vazios, mais aconchegados. E contamos os dias e as horas e os segundos para recebermos os dias em que não vamos mais precisar de manter o vazio à distância, porque ele por si só irá um dia embora.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Só tenho duas coisas a dizer deste dia

Fazer o IC19 antes das 6h da manhã é muito, muito, muito bom! Demorei 15 minutos a fazer o percurso Lisboa-Sintra.
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Fazer o IC19 antes das 6h da manhã e regressar a casa depois das 6h da tarde é muito, muito, muito mau. Significa que se trabalhou mais de 12h seguidas. Vá, com uma paragem de 20 minutos para almoçar.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A primeira semana

Hoje, no final da primeira semana de aulas, o D. chegou a casa eufórico, cheio de histórias para contar, de livros e cadernos para mostrar. Eu até já estava cansada de o ouvir (o tagarela sai à tia, benzódeus!) mas não pude deixar de me rir com as histórias sobre os colegas, as "gajas boas", os lanches e os almoços na escola e, ainda, as imitações hilariantes dos professores (que, curiosamente, ao fim de uma semana já têm alcunhas). O D. sente-se, claramente, muito mais crescido agora que vai para a escola sozinho, ainda que seja já ali ao atravessar da estrada. A mesma escola onde eu andei. A mesma escola da qual guardo tantas e tão boas recordações. E tudo isto me faz sentir velha! Ainda "ontem" lhe mudava fraldas e agora já está no 5º ano.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Trânsito

Sair da empresa pouco depois das 7h30 e chegar a casa a esta hora mata-me! Pela primeira vez, nos últimos seis meses, pensei que tinha de encostar o carro à berma para fechar os olhos por 5 minutos. Mas o trânsito estava tão caótico que nem mudar de faixa eu conseguia! E ali vim, a fazer o derradeiro sacrifício, de janela aberta e com a cabeça quase de fora, já sem conseguir focar o que quer que estivesse na minha frente. Oh vida difícil! E ir tirar outro curso não?! (brincadeirinha!)