quarta-feira, 23 de março de 2011

Ódios de estimação

Deve haver pouca coisa que me consiga irritar tanto como o anúncio da Depuralina que passa nas estações de rádio! É que nem o frango cocoroco do Pingo Doce consegue ser tão ridículo. Isto é coisa para me dar um ataque de nervos cada vez que o ouço e encarnar em mim um verdadeiro Hulk. O que vale é que a embirração é tanta que quem costuma estar comigo já a conhece e, portanto, como pessoas queridas que são, assim que o dito cujo começa a passar na rádio, a primeira coisa que fazem é mudar de estação. Agradecida, sim?!

domingo, 20 de março de 2011

Já cheira a Verão

Depois de uma noite debaixo de um céu estrelado e de um luar fantástico, com a melhor companhia do mundo, nada como uma manhã de praia maravilhosa. E diz que sim, que já inaugurámos a época balnear com direito a banhos nas águas geladas do mar do Oeste!
E diz também que o Verão está quase, quase a chegar... E o ânimo que este tempo me dá?! Não há nada como um dia de sol para recuperar forças. Pena que as férias já tenham acabado.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Dos mimos que me sabem pela vida


O fim-de-semana foi assim: muito sol, muita piscina, muitos passeios e, acima de tudo, muitos, muitos mimos. Estes dias foram tão incrivelmente reconfortantes. E depois há este amor que me faz sorrir e que me devolve anos de vida!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Das mudanças


Hoje disseram-me que me achavam menos feliz do que antigamente. Não posso concordar. Na verdade estou muito mais feliz agora. O que acontece é que há determinados episódios na nossa vida que nos mudam irremediavelmente, uns para melhor, outros para pior. E no ultimo ano houve toda uma série de episódios que me fizeram mudar, sim. Quando alguém me desilude é como se um bocadinho de mim morresse. E desta vez não foi apenas um bocadinho. Foi uma grande parte que nunca mais vai voltar a ser como era. Um dos maiores erros que podemos cometer é darmos demasiado de nós mesmos a assuntos que não nos trazem nada de bom. As coisas podem magoar-nos, corroer-nos e incomodar-nos apenas até onde o permitirmos. E eu permiti demais. A esta distância consigo perceber que passei por todas as fases: a negação, a raiva, a culpa, a depressão e por fim (já não era sem tempo) a aceitação. Porque chega um dia em que, estranhamente, tudo muda. De repente acordamos e o dia já não está tão cinzento, aprendemos a relativizar e a dar mais importância a pequenas coisas, percebemos que afinal os nossos dias não precisam de ser assim tão vazios. Um dia acordamos e percebemos que temos de viver o presente e que o passado é passado e já não há nada a fazer. É neste dia que decidimos dar a nós próprios outra oportunidade de sermos felizes. Mas, ainda assim, o que mudou, mudou. E, em mim, o sorriso fácil, a espontaneidade e a infinita paciência ficaram lá para trás enterrados bem fundo. E quando assim é, tudo o que desejamos é paz. Tudo o que desesperadamente precisamos é de dias calmos, uma boa companhia, pouco barulho e muito sol.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Do abandono

Não, meus amigos, este blog não morreu. Está apenas entregue ao abandono (passageiro, espero). É sinal de que a vida me corre bem, muito bem :)

sábado, 25 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Compras de Natal

Hoje fui às compras e adivinhem... só comprei coisas para mim. Sou horrível, eu sei! Mas também, com a companhia mais paciente do mundo fica difícil não aproveitar ;) O mais engraçado é que eu andava à procura de umas botas desde o início da estação e ainda não tinha encontrado nada que me enchesse as medidas. Hoje, na primeira loja em que entrei, a primeira coisa que vi, quase sem querer, foi umas botas lindas, lindas, lindas. Melhor do que isso, eram lindas, baratas, exactamente da cor que eu procurava e apesar de muito altas eram super confortáveis. Decidida a fazer delas as minhas melhores amigas para o resto da época, lá fui eu directa às caixas. Claro que me assustei mal saí dos provadores. É que a fila era tão grande que quase dava a volta à loja! Não querendo abusar da boa vontade da minha companhia, lá pensei "bom, vão cá ficar e volto depois quando estiver menos gente". Mas depois reparei que eram o último par do meu tamanho. Oh God! Foi o drama! O horror! Já me estava a imaginar 3 horas na fila com uma pessoa muito, muito zangada ao meu lado :P
Depois tive uma ideia luminosa! Fui direitinha à secção de roupa de homem, procurei a roupa mais feia que lá existia e quando encontrei umas calças de bombazine do século passado, escondi as botas por detrás dos cabides. E ali ficaram elas, toda a tarde, enquanto eu passeava alegremente por todas as outras lojas. Antes de me ir embora voltei à loja e lá estavam as minhas botas, felizes e contentes à minha espera. E agora estou eu, feliz e contente com elas a sorrirem para mim dentro do meu armário. Há dias de sorte!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Réveillon 2010/2011

Quem me segue por aqui há algum tempo sabe que o ano passado, por esta altura, passei por uma das fases mais complicadas da minha vida. Este ano, para contrariar, estou a passar por uma fase muito, muito boa. E para aproveitar a good mood do momento, por aqui já se pensa na passagem de ano. Tudo marcado, viagem comprada, muitos planos e muitos sonhos para a contagem decrescente. Algo me diz que este ano sim, será memorável. E sabem que mais? Estou feliz. Muito.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Macho man

Quando, na autoestrada, alguém do sexo masculino com um carro claramente superior ao meu (também não é difícil) se sente picado por ser ultrapassado e passa o resto da viagem a fazer joguinhos do gato e do rato, é impossível não pensar que essa pessoa tem, com toda a certeza, um grave problema de tamanho no que se refere às "jóias de família". É que é mesmo de macho mostrar que se consegue ultrapassar um smart que mal chega aos 140 km/h. Estúpido!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Um ano depois...

A esta hora, há precisamente um ano atrás, estava eu uma pilha de nervos, com um computador à frente, um júri a olhar para mim, as mãos a tremer e a garganta tão seca que mal conseguia falar. Acho que nunca me senti tão nervosa como naquele dia. Faz um ano que discuti a minha Tese e parece que foi ontem!