quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A excepção à regra

Confesso que nunca achei muita piada a homens loiros, de olhos azuis. São demasiado brancos e sem graça para meu gosto. Tal como nunca gostei muito de homens evidentemente bonitos (pfffui, o trabalho que devem dar!). Os morenos sempre me atrairam muito mais. Não há nada como um bom latino, de pele bronzeada, a esbanjar charme. Mas como para todas as regras há uma excepção... estes dois tiram-me do sério.
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Eric Dane - o Doutor Mark Sloan em Grey's anatomy
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Josh Holloway - o Sawyer em Lost e, mais recentemente, imagem de marca do perfume Davidoff Cool Water

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Para quando o verão?!

Por favor, digam-me que este frio não veio para ficar! Os meus pés não aguentam mais! E as minhas costelas também não, tal foi a intensidade com que hoje tremi o dia inteiro. Só estou bem sentada no sofá, enroscada num cobertor e com o aquecedor encostado às pernas. E quando digo encostado, é encostado mesmo, porque tudo o que sejam mais de 5cm de distância já não me aquece! Pareço uma velhinha! Decididamente, prefiro aguentar 40ºC do que este frio!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Estou em estado de choque


Alguém me explica qual foi ideia de fazer uma capa da playboy com o Ricardo Araújo Pereira?! Juro que gostava de saber quantos exemplares é que vão conseguir vender com esta fantástica manobra de marketing. Ainda se o senhor tirasse a roupinha... era um presente de Natal para as portuguesas. Aposto que muitas agradeciam.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Small Question #2

Sou só eu que choro em todos os episódios da Anatomia de Grey? Todinhos! Não há um que escape!
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* isso torna-se crítico quando vemos uma série deles, todos de seguida!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Small Question #1

É impressão minha ou, nos dias que correm, quem não tem facebook (como eu, shame on me) e não trata da bela da quinta é assim... uma espécie de analfabeto?!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Dizem que o tempo cura tudo

Não foi escrito por mim, mas podia ter sido escrito para mim:
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"Vão dizer-te que isso vai lá com o tempo. Vão dizer-te, muitas vezes, que isso vai lá com o tempo. Não vais acreditar em nenhuma delas. Vais encolher os ombros por dentro, com a certeza absoluta que ninguém te entende. Que ninguém consegue perceber em quantas tiras está o teu coração rasgado. Na tua cabeça, vais rever tudo. Todos os dias. O que disseste, o que calaste, o que devias ter dito, o que ainda esperas poder dizer, o que ainda esperas poder ouvir. Exactamente três segundos depois de pensares que foi melhor assim, que antes agora que mais tarde, vais sentir que não. Que mais valia mais tarde. Que podia ter sido diferente. Que mais vale a solidão a dois do que esta, que vives agora sozinha. E depois volta a estar tudo bem. E pensas que foi melhor assim. E três segundos, exactamente três segundos depois, voltarás a ser a pessoa do coração às tiras. A chuva não ajuda. E sei que te sentes como o tempo lá fora. Mesmo que fosse verão, o teu quarto pareceria sempre cinzento ao olhares para o que sobrou. Agora parece pouco, com o tempo verás que é muito mais do que isso. Não queria ser mais uma a usar a desculpa do tempo, mas não tenho outra. Aliás, têm-me faltado as palavras. Faltam-me sempre, nestas ocasiões. E é por isso que, quase sempre, fico calada. Porque já estive aí e sei que não há palavras milagrosas. Porque sei que cada vez que o telemóvel toca são segundos de esperança infudada. E, depois, desilusão. Por isso digo o menos possível, porque sei que não são as minhas palavras que queres ler. O pior de tudo é isso. A expectativa. Os dias a passar e não acontece nada. Porque é que não acontece nada? Como é que não acontece nada? As perguntas multiplicam-se e atropelam-se. Há sempre mais perguntas, só não há ninguém para lhes dar resposta. Sei que não te vai apetecer dizer nada. Como sei que te vai apetecer falar, falar, falar, até à exaustão, na tentativa de encontrar alguma explicação que te faça sentido. Sei que não te vai apetecer sair da cama durante uma semana. Como sei que não vais querer parar um minuto, para não teres de pensar. Gostava de não dizer que isto passa com o tempo. Por isso prefiro não dizer nada."
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Obrigada a todos!

Pronto! Parece que já está! Confesso que ainda não processei bem o acontecimento... mas diz que sim, que já sou Engenheira... Obrigada a todos pelas palavras de incentivo!
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A Discussão da Tese correu muito bem. Eu estava uma pilha de nervos durante a apresentação mas, segundo dizem, disfarcei bem. Nunca na minha vida tinha sentido a boca tão seca, a ponto de querer falar e quase não conseguir (logo eu que "não" gosto nada de falar...). Engasguei-me algumas vezes, como seria de esperar, mas nada que me fizesse bloquear. E, curiosamente, no momento das questões do Júri (que me deixava em pânico,dias antes, só de imaginar) estava incrivelmente calma. Consegui surpreender-me a mim própria.
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E agora sim, posso dizer: Estou muito, muito orgulhosa!!!
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* Já devia ter vindo aqui mais cedo mas hoje foi o primeiro dia da minha cura de sono :)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

I'm back

Hoje parece-me um bom dia para quebrar o silêncio. Tenho estado afastada porque o trabalho tem sido mais do que muito. Têm sido dias loucos, sem horas para dormir, sem horas para comer...uma desregulação total. Mas hoje estou de volta porque amanhã encerro mais um capítulo da minha vida: o fim do meu curso. A Tese está acabada, a apresentação preparada... e, para ser tudo perfeito, só falta que amanhã os nervos não me traiam e que a voz saia naturalmente.
É uma porta que se fecha, com alguma nostalgia, mas espero que se abram muitas mais.
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*Wish me luck

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fechado para balanço...

... por tempo indeterminado!

*Eu volto, prometo!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Só para esclarecer

Quando publiquei este post, a data a que me estava a referir não era, de todo, a do dia do meu casamento! Esse ainda vem longe! Estava mesmo a falar da data de discussão da minha tese. Mais um mês e este bendito curso está finalmente acabado. O trabalho é que não tem fim, parece que cresce. Quanto mais faço, mais falta fazer. E isso começa a ser visível a olho nu! O meu cansaço já não engana ninguém e a saúde começa a ressentir-se (hoje com direio a uma visitinha às urgências e tudo!). Esperemos que daqui a um mês (se eu não tiver um ataque cardíaco até lá) com uma cura de sono tudo volte ao normal. Até lá estão proibidos os cafés e os petiscos. É que eu quero mesmo viver por mais uns anos! ;)